O que são criptomoedas?

o que são criptomoedas?

Criptomoedas são moedas digitais que podem ser trocadas, negociadas ou especuladas como o dinheiro tradicional, porém, sem o controle regulatório de bancos e do governo.

Atualmente existem um enorme número de criptomoedas disponíveis, originadas inicialmente a partir de projetos ICO (Initial Coin Offering), possuem diferentes expectativas de uso e aplicações práticas, além de recursos e aplicativos exclusivos. Nem todas elas possuem de fato alguma relevância no mercado, sendo que o volume substancial já capitalizado de mercado está distribuído entre as 100 mais bem posicionadas, que incluem entre elas o Bitcoin, Ethereum, Ripple, Litecoin e outras.

Embora as criptomoedas, também conhecidas como moedas digitais, de alguma forma ainda não seja compreendidas pela maioria das pessoas, bancos, governos e muitas empresas estão cientes de sua importância e observam com atenção sua evolução.

Hoje, as criptomoedas já se tornaram um fenômeno global, é conhecido pela maioria das pessoas ou pelo menos a maior parte delas. O Bitcoin, além de pioneira e a criptomoeda mais conhecida pelas pessoas, pode ser também considerado o pai de todas as moedas digitais.


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“Moedas virtuais, talvez mais notavelmente Bitcoin, capturaram a imaginação de alguns, causaram medo entre outros e confundiram o resto de nós .”  – Thomas Carper, Senador dos EUA

 


De onde surgiram as criptomoedas?

Poucas pessoas sabem, mas as criptomoedas emergiram como um produto secundário de outra invenção. Satoshi Nakamoto, o inventor desconhecido do Bitcoin, a primeira e mais importante criptomoeda, nunca pretendeu inventar uma moeda digital. Em seu anúncio durante o lançamento do Bitcoin no final de 2008, Satoshi disse que ele desenvolveu “Um sistema de dinheiro eletrônico peer-to-peer (P2P), que pode ser interpretado como um sistema de negociação entre compradores e vendedores”.

Seu objetivo era inventar algo diferente, um novo sistema de caixa eletrônico que utiliza uma rede peer-to-peer para evitar gastos duplicados e totalmente descentralizado, sem servidores ou controle de autoridades centrais.

Para que você possa compreender melhor, ao realizar o pagamento digital no sistema centralizado tradicional, você precisa de uma rede de pagamento com contas, saldos e transações. Um grande problema que toda rede de pagamento tem que resolver é evitar o chamado duplo gasto, ou seja, impedir que uma entidade gaste a mesma quantia duas vezes. Geralmente, isso é feito por um servidor central que registra os saldos e geralmente controlado por bancos e instituições.

Em uma rede descentralizada, um dos grandes benefícios das criptomoedas, você não tem esse servidor, você usa uma rede global para fazer este trabalho com um custo mínimo, pago através satochis, este advento deu inicio a mineração de moedas digitais.

Moeda ou ativo?

As criptomoedas podem ser classificadas como uma “alternativa” às moedas tradicionais, mas foram, no entanto, concebidas como uma solução mais barata para os meios de pagamento convencionais. Sempre surgem notícias de que alguns comércios já aceitam criptomoedas, principalmente Bitcoins, como forma de pagamento, porém, sua adoção popular depende do aumento da confiança das pessoas.

Mas, embora seja verdade que sua legitimidade como forma de pagamento é a razão principal para sua valorização, as criptomoedas geralmente têm mais semelhança com commodities como o ouro, do que com ações negociadas pela bolsa de valores. Se analisarmos as criptomoedas como commodities:

  • Seu valor não está vinculado exclusivamente ao desempenho de uma determinada economia
  • As variações nas taxas de juros, aumento da oferta monetária ou decisões governamentais locais, têm apenas uma influência indireta sobre seu valor
  • As criptomoedas só são valiosas porque as pessoas concordam que vão manter o seu valor quando convertidas de volta para moedas tradicionais

Isso significa que, pelo menos por enquanto, as criptomoedas são tratadas principalmente como um ativo financeiro: um investimento cujo retorno vem da especulação sobre seu valor crescente e decrescente, o que é comumente conhecido no mercado financeiro como volatilidade ou oscilações dentro de um determinado tempo.

Do ponto de vista de moeda, se você eliminar todos os boatos em torno das criptomoedas, é possível reduzir a uma definição simples: a de que são transações financeiras registradas em um grande banco de dados que ninguém pode manipular sem preencher condições específicas. Isso pode parecer um pouco simplista, mas, acredite ou não, é como você pode definir a função de uma moeda.

A negociação de criptomoedas envolve a especulação sobre os movimentos de preços, nas transações de compra e venda, através de plataformas de negociações, também conhecidas como Exchanges ou Trades.

Se você está pensando em investir no mercado de criptomoedas, como uma alternativa para obter melhores rendimentos, a BlueBenx, oferece uma opção segura de investimento, através da plataforma de alavancagem com as maiores moedas digitais do mundo.

O que é a mineração de criptomoedas?

Mineração é o processo pelo qual as transações envolvendo moedas digitais são verificadas e processadas, além da produção de novas unidades.

Como minerador, seu objetivo é compilar as transações envolvendo criptomoedas, isto significa resolver algoritmos complexos para que cada demanda seja completada. Se você fizer isto, seja através de seu computador pessoal ou usando equipamentos mais específicos, você irá receber uma “recompensa”, uma quantia definida de criptomoedas. Este valor varia dependendo de qual criptomoeda você está minerando, no caso do Bitcoin, você receberá uma quantidade de satochis por cada transação completada.

Resolver estes algoritmos é um processo contínuo e repetitivo, porém, os cálculos são independentes e não há como intervir ou manipular sua criptografia. Da mesma forma, a dificuldade do algoritmo pode ser ajustada regularmente, com o objetivo de manter constante o aumento do poder computacional. Por ser semelhante ao custo para extração do ouro, antes de chegar ao mercado final, deu-se o nome de “mineração“.

A regulação das criptomoedas

Especialistas do mundo todo, acreditam que, ainda este ano, podemos esperar que os governos aumentem o controle sobre o mercado de criptomoedas, exchanges e traders. Ao mesmo tempo, os principais bancos centrais do mundo apreciam o potencial das moedas digitais, em particular, o Bitcoin e estão prontos para maiores investimentos no futuro.

No Brasil, o comércio de moedas digitais é regulamentado pelo Banco Central, que por sua vez não instituiu regras específicas por considerar que não se trata de uma moeda, mas um ativo financeiro e que por sua vez está sob as leis do mercado de títulos imobiliários. Para o BACEN, as transações de criptomoedas devem ser fiscalizadas no que tange a evasão de divisas e possíveis práticas de lavagem de dinheiro, o que já foi demonstrado ser um caminho ainda mais complexo e monitorado do que o dinheiro tradicional.

“Sabemos que, atualmente, 108 países estão experimentando a emissão de moedas digitais em favor da eliminação de seu papel moeda e da dependência do dólar. Acreditamos que mais de 20 países começarão a testar nos criptomoedas com objetivos específicos”.


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